AmazonAmazon Solution Architect Professional SAP-C02 Certification·BR·Atualizado 31 Jul 2026
Uma empresa precisa implementar recuperação de desastres para um aplicativo crítico que atualmente é executado em uma única região da AWS. O frontend web usa instâncias EC2 atrás de um Application Load Balancer (ALB). O aplicativo grava em uma instância de banco de dados Amazon RDS para MySQL e gera documentos processados para um bucket Amazon S3. A equipe financeira executa consultas diretas no banco de dados para produzir relatórios; durante os horários de pico, essas consultas consomem recursos do banco de dados e degradam o desempenho do aplicativo. Projete uma solução de recuperação de desastres que minimize a perda de dados e elimine o impacto no desempenho das consultas da equipe financeira. Qual solução satisfaz esses requisitos?
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Resposta correta: Criar uma réplica de leitura do RDS da instância de banco de dados em uma região diferente e fazer com que a equipe financeira execute suas consultas nessa réplica de leitura. Criar AMIs das instâncias EC2 que hospedam o aplicativo e copiar essas AMIs para a região separada. Configurar a replicação entre regiões do S3 (CRR) do bucket S3 original para um novo bucket S3 na região separada. Em caso de desastre, promover a réplica de leitura para uma instância de banco de dados autônoma, iniciar instâncias EC2 a partir das AMIs copiadas, criar um ALB e configurar o aplicativo para usar o bucket S3 replicado..
Por que esta é a resposta
A opção correta atende aos requisitos de DR e desempenho. Criar uma réplica de leitura do RDS em outra região permite que a equipe financeira execute suas consultas sem impactar o banco de dados principal, além de servir como base para recuperação de desastres. A replicação S3 entre regiões (CRR) garante a mínima perda de dados para documentos. A cópia de AMIs para a região secundária permite a rápida inicialização de instâncias EC2 em caso de desastre. A promoção da réplica de leitura a uma instância autônoma garante a continuidade do banco de dados com RPO baixo.
A primeira opção está incorreta porque migrar para DynamoDB é uma mudança arquitetural significativa e não uma solução de DR simples, além de não ser ideal para relatórios complexos. A segunda opção é menos eficiente, pois exige manter instâncias EC2 ativas na região secundária, o que aumenta custos. A quarta opção tem um RPO (Recovery Point Objective) maior para o banco de dados, pois depende de snapshots horários, resultando em potencial perda de dados de até uma hora.
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