Você está projetando uma abordagem Zero Trust para um aplicativo de várias camadas que consiste em um front-end web no App Service, microsserviços no AKS e um banco de dados no Azure SQL Managed Instance. Você deve impor a microssegmentação entre as camadas, exigir verificação de identidade forte para usuários e administradores e garantir acesso com privilégios mínimos para funções administrativas. Quais duas ações você deve implementar? Cada resposta correta apresenta parte da solução.
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Resposta correta: Implementar NSGs com Application Security Groups e Private Link para restringir o tráfego entre camadas; no AKS, habilitar políticas de rede (por exemplo, Calico) para limitar as comunicações pod-to-pod e pod-to-service., Configurar o Acesso Condicional para exigir MFA resistente a phishing e dispositivos compatíveis para acesso de administrador; habilitar o Privileged Identity Management com ativação de função just-in-time e fluxos de trabalho de aprovação..
Por que esta é a resposta
A primeira opção correta aborda a microssegmentação. NSGs com ASGs e Private Link restringem o tráfego de rede entre as camadas da aplicação, garantindo que apenas a comunicação necessária seja permitida. As políticas de rede no AKS (como Calico) aplicam a microssegmentação dentro do cluster, controlando a comunicação entre pods e serviços. A segunda opção correta foca na verificação de identidade forte e acesso de privilégio mínimo. O Acesso Condicional com MFA resistente a phishing e dispositivos compatíveis fortalece a autenticação para administradores. O PIM com ativação just-in-time e fluxos de trabalho de aprovação garante que os privilégios administrativos sejam concedidos apenas quando necessário e por um tempo limitado, seguindo o princípio do privilégio mínimo. As opções incorretas são: Usar um único NSG de hub com Any-Any e WAF não fornece microssegmentação adequada entre as camadas. Habilitar acesso Just-in-Time à VM e abrir portas de gerenciamento em IPs públicos aumenta a superfície de ataque e não é uma prática de Zero Trust. Usar uma única identidade gerenciada compartilhada por todos os microsserviços viola o princípio do privilégio mínimo e dificulta a auditoria. Colocar o banco de dados em uma sub-rede pública e contar apenas com logins SQL expõe o banco de dados a riscos desnecessários e não é uma abordagem Zero Trust.
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