Você tem uma VPN Site-to-Site (sem BGP) entre o ambiente on-premises e um gateway de VPN do Azure. A Vnet1 tinha a Subnet1 com o Server1 acessível a partir do ambiente on-premises. Você estendeu o espaço de endereçamento da Vnet1, adicionou a Subnet2 (no novo intervalo) e implantou o Server2 na Subnet2. O Server1 pode alcançar o Server2, mas o ambiente on-premises não consegue. O que você deve fazer para que o ambiente on-premises possa alcançar a Subnet2?
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Resposta correta: Atualizar as informações de roteamento nos roteadores on-premises..
Por que esta é a resposta
A resposta correta é "Atualizar as informações de roteamento nos roteadores on-premises". Como a VPN Site-to-Site existente não usa BGP (Border Gateway Protocol), as rotas não são trocadas dinamicamente. Quando a Subnet2 foi adicionada à VNet1, o gateway de VPN do Azure automaticamente aprendeu sobre essa nova sub-rede e pode rotear o tráfego do Server1 para o Server2. No entanto, os roteadores on-premises não têm conhecimento da Subnet2. Para que o ambiente on-premises possa alcançar a Subnet2, você deve adicionar manualmente uma rota estática nos roteadores on-premises que direcione o tráfego para a Subnet2 através do túnel VPN. As outras opções estão incorretas: Adicionar uma VPN Site-to-Site adicional não é necessário, pois a VPN existente pode ser usada. Adicionar um private endpoint é para acessar serviços PaaS do Azure de forma privada, não para rotear para uma sub-rede IaaS. Adicionar uma tabela de rotas à Subnet2 com uma rota definida pelo usuário não resolveria o problema, pois o tráfego já chega à VNet1; o problema é o roteamento do lado on-premises.
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